| Neurociência no tribunal | |
| Varreduras cerebrais e outras provas neurológicas raramente são aceitas em julgamentos atuais. Mas algum dia poderão transformar opiniões judiciárias de credibilidade e responsabilidade pessoal | |
PROVA INACEITÁVEL (POR ORA)
COM A CRESCENTE DISPONIBILIDADE DE IMAGENS CEREBRAIS, CAPAZES DE DESCREVER O ESTADO MENTAL DE Alguém, os advogados estão pressionando os juízes cada vez mais para que aceitem esses exames como provas para demonstrar, por exemplo, que um indiciado não é culpado por motivo de insanidade, ou que uma testemunha está falando a verdade. Os juízes podem aprovar o pedido se concluírem que o júri considerará os exames como um dado corroborante da declaração de um advogado ou uma testemunha, ou se julgarem que a exibição das imagens dará aos jurados uma compreensão melhor de algum aspecto relevante. Mas os magistrados rejeitarão a solicitação caso concluam que as imagens serão demasiado persuasivas por motivos errados, ou porque receberão atenção e peso exagerados. Em termos legais, os juízes precisam decidir se a utilização das imagens será “probatória” (tendendo a sustentar uma proposição) ou, alternativamente, “prejudicial” (tendendo a favorecer ideias preconcebidas), podendo, possivelmente, confundir ou induzir o júri em erro. Até agora os juízes – em concordância com a sabedoria convencional da maioria dos neurocientistas e acadêmicos versados em leis – normalmente têm decidido que exames de ressonância magnética e tomografias influenciarão injustamente os júris, além de fornecerem pouco ou nenhum valor probatório. Os juízes também excluem rotineiramente os exames de varredura cerebral sob o pretexto de que a ciência não apoia sua utilização como evidência para qualquer condição mental, exceto ferimentos cerebrais físicos. Advogados de defesa criminal podem querer apresentar neuroimagens para provar que indiciados sofrem de uma disfunção cognitiva ou emocional em particular (como falhas de discernimento, moralidade ou controle de impulsos), mas – por enquanto, pelo menos – a maioria dos juízes e pesquisadores concorda que a ciência ainda não está suficientemente avançada para permitir isso. INFORMAÇÃO DÚBIA IMAGENS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA FUNCIONAL (fMRI) exemplificam um processo que pode oferecer boas informações científicas, das quais muito poucas são legalmente admissíveis. Essa tecnologia é a preferida de pesquisadores que investigam que partes do cérebro estão ativas durante diferentes processos, como ler, falar ou “estar no mundo da lua”. Mas ela não mensura diretamente a ativação das células cerebrais e sim o fluxo sanguíneo que, segundo se acredita, está correlacionado até certo ponto à atividade neuronal. Além disso, para definir o sinal de imageamento associado a um padrão de atividade cerebral em particular, os pesquisadores normalmente devem determinar a média entre muitas imagens de um grupo de teste, cujos padrões cerebrais individuais podem divergir acentuadamente. Uma fMRI de um acusado pode aparentemente diferir muito de um valor médio apresentado no tribunal, mas ainda assim estar dentro dos limites estatísticos do conjunto de dados que definiram essa média. Além disso, os cientistas nem sempre conhecem a prevalência de variações normais na anatomia e atividade cerebral da população (ou de grupos dentro dela). Exibir imagens de ressonância magnética funcional de um réu sem dados de um grupo de comparação apropriado pode induzir um júri ao erro. Os juízes já tiveram grande dificuldade para avaliar se deveriam admitir evidências físicas de varreduras cerebrais para comprovar problemas neurológicos ou psiquiátricos que poderiam afetar de alguma forma a culpabilidade de um acusado. Eles poderão enfrentar apuros maiores nos próximos anos, quando tiverem de decidir se neuroimagens podem servir como indicadores de estados mentais mais complexos, como a credibilidade ou honestidade de uma testemunha.
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A saúde deve ser entendida em sentido amplo,como componente da qualidade de vida.Um bem e um direito social em que cada um e todos possam ter assegurados o exercício e a prática do direito á saúde, a partir da aplicação e utilização de toda riqueza disponível,conhecimentos e tecnologia desenvolvidos pela sociedade nesse campo,adequados ás suas necessidades,abrangendo promoção e proteção da saúde,prevenção,diagnósticos,tratamento e reabilitação de doenças.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
| Como solucionar a crise da obesidade |
| Apesar de a ciência ter revelado muito sobre os processos metabólicos que influenciam o peso, a solução para esse desafio pode estar no estudo do comportamento social |
De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta (CDC/USA), um terço dos adultos é obeso, outro terço está com sobrepeso e, a cada ano, os americanos engordam mais. Um estudo publicado no periódico Journal of the Adereçam Medical Association indicou que a obesidade é responsável por mais de 160 mil “excessos” de mortes por ano no país. Segundo pesquisadores da George Washington University, uma pessoa obesa custa mais de US$ 7 mil por ano para a sociedade, devido à perda de produtividade e custos adicionais com tratamentos médicos. Os gastos com cuidados de saúde ao longo da vida de uma pessoa com excesso de peso de 30 quilos ou mais somam US$ 30 mil, dependendo da etnia e do sexo.
Tudo isso confere urgência a essa questão: por que é tão difícil emagrecer e se manter no peso ideal? A resposta não parece difícil. A fórmula básica para a perda de peso é simples e bem conhecida: consumir menos calorias do que se gasta. Mas se realmente fosse fácil, a obesidade não seria o principal problema de saúde relacionado ao estilo de vida. Para uma espécie que evoluiu para consumir alimentos altamente energéticos – em um ambiente onde a fome era uma ameaça constante – perder peso e permanecer magro em meio à abundância, alimentado por mensagens de marketing e por calorias vazias e baratas, realmente é difícil. A maior parte das pessoas que tenta fazer um regime parece falhar a longo prazo – uma revisão de 31 estudos sobre dietas de redução de peso, feita pela Adereçam Psychological Association, em 2007, identificou que, após dois anos, cerca de dois terços das pessoas acabam pesando mais que antes do início do regime.
A ciência tem aperfeiçoado suas armas nessas batalhas. A agência americana National Institutes of Health (NIH) gasta cerca de US$ 800 milhões por ano em estudos sobre os fatores metabólicos, genéticos e neurológicos da obesidade. Em seu orçamento para pesquisas em obesidade de 2011, o NIH indicou os caminhos mais promissores, nesta ordem: uso de modelos animais para a determinação das funções de proteínas em tecidos específicos; estudo das vias de sinalização complexas no cérebro e entre o cérebro e outros órgãos; identificação de variações genéticas relacionadas à obesidade e dos mecanismos epigenéticos que regulam o metabolismo.
As pesquisas têm trazido informações importantes sobre como as proteínas interagem no organismo para extrair e distribuir a energia dos alimentos e produzir e armazenar gordura; como o cérebro indica que estamos com fome; por que alguns de nós parecem ter nascido com maior probabilidade de ser obesos e se a exposição a determinados alimentos e a substâncias tóxicas pode modificar ou mitigar alguns desses fatores. Os estudos também têm sugerido à indústria farmacêutica diversos alvos potenciais para o desenvolvimento de medicamentos. Mas, ainda assim, sem sucesso.
Talvez um dia a biologia desenvolva uma solução que gerencie o metabolismo para queimar mais calorias ou modifique desejos e assim passemos a preferir, por exemplo, brócolis a bifes. Mas, até lá, a melhor estratégia podem ser métodos comportamentais-psicológicos desenvolvidos ao longo dos últimos 50 anos. Centenas de estudo comprovaram sua eficiência.
| Por que nos queimamos |
| Sinal molecular dispara processo inflamatório e ajuda a remover células danificadas pelo excesso de sol; descobertas podem levar a novos tratamentos de psoríase
Queimaduras anunciam exposições excessivas ao sol, mas o que acontece exatamente nas células para produzir a avermelhada e dolorosa inflamação não era claro até o momento – agora pesquisadores descobriram um sinal molecular que leva desencadeia a reação. O estudo mostrou que quando células epiteliais são expostas à radiação ultravioleta B (UVB), o micro-RNA (uma forma específica de RNA) fica avariado, o que faz com que ele seja liberado, como sinal de que o corpo está passando por danos solares, levando as células saudáveis dos arredores a estimular a inflamação, com o objetivo de remover as danificadas pelo sol, que podem se tornar cancerosas.
De acordo com Richard Gallo, pesquisador do estudo e professor de medicina da Escola de Medicina da University of California, e sua equipe, ainda que outros fatores tenham seu papel nos processos inflamatórios que vemos como queimaduras, as descobertas sugerem que moléculas de RNA avariado desempenham o papel de marcadores de ferimentos provocados por radiação. E essas descobertas podem ser importantes para o tratamento de algumas doenças.
Um dos tratamentos para a doença epitelial psoríase, por exemplo, é a exposição à luz UV. Mas, ressalta Gallo, ainda que essa luz consiga aliviar os sintomas, ela aumenta também o risco de câncer de pele. Com os novos resultados há a possibilidade de certas moléculas de RNA serem usadas no lugar de terapia UV, produzindo os mesmos benefícios.
O pesquisador ressalta ainda que pessoas com determinadas doenças autoimunes têm uma sensação de queimação mesmo após pouca exposição à luz UV, antes que danos celulares nocivos tenham ocorrido. Bloquear a rota do micro-RNA pode ser uma maneira de reduzir a inflamação nesses pacientes.
De acordo com Gallo, porém, nem todos gostariam de bloquear essa rota apenas para prevenir queimaduras solares, porque ela é uma forma importante que o corpo tem de descartar células danificadas. “A resposta inflamatória é uma parte normal de nossa proteção contra o sol”, alerta ele. O estudo foi publicado on-line no periódico Nature Medicine.
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Não tente ler seu hemograma
O retorno ao médico para avaliação dos resultados do exame é fundamental
Muita gente já perdeu o chão quando, ao pegar o resultado de um hemograma e tentar interpretar aquela sequência de números, se deparou com um índice que parecia fora do normal. Para evitar esses sustos desnecessários, o hematologista Sandro Melim, do Atalaia Medicina Diagnóstica, alerta: por mais “expert” que uma pessoa acredite ser no assunto, ela deve deixar a leitura desse tipo de exame para o médico que o solicitou. “O hemograma é um exame com vários detalhes e índices que se correlacionam. Muitas vezes o que parece ser, não é. Por isso, é preciso saber avaliar os números da forma correta”, ressalta.
Ele observa, também, que por ser considerado um exame de rotina, algumas pessoas olham os resultados e, se entenderem que não há nada fora do normal, se convencem de que não é preciso retornar ao médico. “Esse é um grande erro. Por meio do hemograma é possível detectar doenças hematológicas primárias, ou mesmo doenças de outros órgãos e sistemas que apresentem alterações hematológicas”, destaca o médico. Ele lembra, ainda, que o exame é um excelente procedimento de triagem, pois fornece dados importantes que podem apontar a presença de outras enfermidades.
Por meio do hemograma, são analisadas as quantidades específicas de glóbulos vermelhos, plaquetas (responsáveis pela coagulação) e glóbulos brancos, bem como suas características morfológicas (formato, tamanho, consistência, etc.), além de alterações na qualidade de hemoglobina. Entre os distúrbios mais comuns detectados pelo exame estão a anemia – diminuição do número de hemácias e/ou hemoglobina – e a neutropenia – diminuição do número de neutrófilos, que é um tipo de glóbulo branco. O Dr. Sandro acrescenta que diversas condições, desde situações simples, como deficiências nutricionais, até situações potencialmente graves, como leucemias e outros tipos de cânceres, podem levar a essas alterações.
Ao contrário do que muitos pensam, atualmente, não existe diferença entre o hemograma simples e o completo. “A maioria dos hemogramas simples mostram todas as informações necessárias à interpretação do exame. Assim, o termo completo não significa que serão realizadas pesquisas adicionais, como colesterol, glicose, tipo sanguíneo ou teste de HIV”, informa o médico.
TECNOLOGIA
Os avanços tecnológicos são de grande importância para a confiabilidade dos resultados de um hemograma. Hoje, os laboratórios já possuem equipamentos de funcionamento mais estável e que proporcionam leituras com maior precisão. “A automatização da realização desse exame, com controle de todas as etapas do processo, é um grande ganho em termos de biossegurança para os profissionais dos laboratórios”, garante. Outro ponto importante, enfatiza o médico, é que os avanços na área vêm permitindo a descoberta e o estudo de novos índices relacionados às células do sangue, que futuramente podem auxiliar no diagnóstico e no tratamento de diversas doenças.
Quase metade da população brasileira está acima do
peso
O excesso de peso e a obesidade aumentaram nos últimos seis anos no Brasil, é o que aponta o mais recente levantamento realizado pelo Ministério da Saúde.
De acordo com o estudo, a proporção de pessoas acima do peso no Brasil avançou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.
COMBATE À OBESIDADE – A obesidade é um forte fator de risco para saúde e tem forte relação com altos níveis de gordura e açúcar no sangue, excesso de colesterol e casos de pré-diabetes. Pessoas obesas também têm mais chance de sofrer com doenças cardiovasculares, principalmente isquêmicas (infarto, trombose, embolia e arteriosclerose), além de problemas ortopédicos, asma, apneia do sono, alguns tipos de câncer, esteatose hepática e distúrbios psicológicos.
Um dos objetivos do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT), lançado em 2011, é parar o crescimento da proporção de adultos brasileiros com excesso de peso ou com obesidade. Para enfrentar este desafio, que começa na mesa, o Ministério da Saúde tem investido em promoção de hábitos saudáveis e firmado parcerias com o setor privado e com outras pastas do governo.
O consumo excessivo de sal, por exemplo, é apontado como fator de risco para a hipertensão arterial. Para diminuir o consumo de sódio entre a população, o Ministério da Saúde firmou acordo voluntário com a indústria alimentícia que prevê a diminuição, gradual, do uso do sódio em 16 categorias de alimentos.
As metas devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2014 e aprofundadas até 2016. O pão francês, as massas instantâneas e a maionese são alguns dos alimentos que vão sofrer redução de sal.
SEDENTARISMO DIMINUI E HOMENS SÃO OS MAIS ATIVOS
O relatório também apresenta dados sobre a prática de atividades físicas. Os homens são mais ativos: 39,6% se exercitam regularmente. Entre as mulheres, a frequência é 22,4%. O percentual de homens sedentários no Brasil passou de 16%, em 2009, para 14,1%, em 2011. Em 2009, 16% dos homens foram classificados como fisicamente inativos.
No entanto, a tendência percebida é de aumento de sedentários com o aumento da faixa etária. Se 60,1% dos homens entre os 18 e 24 anos praticam exercícios como forma de lazer, este percentual reduz para menos da metade aos 65 anos (27,5%). Na população feminina, as proporções são semelhantes em todas as faixas etárias, variando entre 24,6% (entre 25 e 45 anos) e 18,9 % (maiores de 65 anos).
A pesquisa também revela que 42,1 % da população com mais de 12 anos de estudo pratica algum tipo de atividade física. O percentual diminui para menos de um quarto da população (24%) para quem estudou até oito anos. A frequência de exercícios físicos no horário de lazer entre mulheres com mais de 12 anos de estudo é o único indicador da população feminina que figura acima da média nacional (33,9%).
ACADEMIAS DA SAÚDE ESTIMULAM A PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICA
As ações de promoção à saúde são consideradas estratégicas pelo Ministério da Saúde para a prevenção de doenças crônicas e melhoria da qualidade de vida do brasileiro. O Programa Academia da Saúde, previsto no Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil é o carro chefe para induzir o aumento da prática da atividade física na população.
O programa prevê a implantação de polos com infraestrutura, equipamentos e profissionais qualificados para a orientação de práticas corporais, atividades físicas e lazer. A meta é construir 4 mil polos até 2014. Atualmente, há um total de 1.906 polos habilitados para construção, além de 150 academias em 91 municípios que já existiam e estavam de acordo com as normas preconizadas pelo programa, portanto, reconhecidas como Academias da Saúde.
Em 2011, o Ministério da Saúde empenhou R$186,52 milhões para incentivos de construção, dentre os quais R$124,76 milhões são recursos de Programa e R$ 61,76 milhões são recursos provenientes de emenda parlamentar.
5 Provas científicas de que vídeo games fazem bem à saúde
Vídeo games já levaram a culpa por vários problemas, desde a obesidade até a agressividade, mas várias pesquisas relevam que alguns jogos podem, na realidade, fazer bem à sua saúde.
5. VISÃO
Jogos de ação podem ajudar a aguçar a visão e até mesmo curar a ambilopia, conhecida como “olho preguiçoso”. Nesta condição, a visão de um olho é pior que a do outro, e o tratamento é muitas vezes feito com o uso de um tapa-olho. Entretanto, pesquisadores da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, descobriram que uma hora de vídeo game pode melhorar a visão tanto quanto 400 horas do uso de tapa-olhos. Além disso, um estudo da Universidade de Rochester (EUA) descobriu que jogos de tiro em primeira pessoa melhoram a visão ao aumentar a capacidade do cérebro de prestar atenção em vários eventos ao mesmo tempo.
4. CÉREBRO
Jogar Tetris, um dos mais antigos e mais populares vídeo games, pode aumentar a eficiência do cérebro. Pesquisadores de Albuquerque (EUA) realizaram os testes com 26 garotas adolescentes que jogaram Tetris durante 30 minutos diários durante três meses. O estudo descobriu que as jogadoras desenvolveram um córtex mais espesso que aquelas que não jogaram. Além disso, as áreas que ficaram mais grossas são aquelas que os cientistas acreditam estar ligadas à coordenação de informações visuais, táteis e auditivas.
3. EQUILÍBRIO
Pesquisadores da Universidade de Ottawa, no Canadá, testaram o vídeo game Wii em pacientes com doença de Parkinson. Depois de seis semanas de treinamento diário por 30 minutos com o Wii Fit, de exercícios físicos, e 15 minutos de Wii Sports, com esportes, os participantes do estudo melhoraram significativamente o equilíbrio. Os pesquisadores acreditam que treinamentos deste tipo podem ajudar a diminuir o declínio das funções corporais em pacientes com este problema.
2. BOA FORMA
Jogos como “Dance Dance Revolution” e “In The Groove” faziam a alegria de muitos adolescentes em shopping centers e em casa, sobre os tapetes apropriados para a dança. Agora, o Wii Fit permite que os jogadores realizem várias atividades físicas, como surf, boxe e danças sem nem sair de casa. Algumas academias já até integraram os vídeo games para as atividades físicas.
1. COORDENAÇÃO MOTORA
Pesquisas mostram que vídeo games podem aumentar a coordenação motora e a coordenação entre o olho e a mão. Um estudo realizado na Universidade de Iowa (EUA) mostra que jogar três horas semanais de vídeo games ajuda a cirurgiões terem menos erros em procedimentos pouco invasivos. Os jogos também ajudaram os médicos a realizar os procedimentos mais rapidamente.
Fonte:CNN
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